Análise

Deito-me no divã E me escuto falar Da minha compreensão obtusa Dos papéis encenados Dos imbróglios tão pouco alheios Dos meus hiatos Dos meus lapsos de juízo Das minhas atuações… Vejo-me tola e insensata Amaldiçoada por rastros de devaneios Que criam irrealidades E perpetuam gestos hiperbólicos. Encontro-me menina de novo e de novo Farto aContinuar lendo “Análise”

Incansável mente

Inteligência não bastaQuando a mente traiDescaradamenteO desejo incansávelDo coração. É preciso mais!Tem que haver sabedoria(mas, aí, já é uma longa história…tão longa quanto o tempo de uma vida!) Apenas peço que não me julgues…As palavras são bem vindasQuando não apontam o dedoPara os defeitos conhecidos.