Ir para conteúdo

Ana Bittencourt

Escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra.

  • Sobre a autora

Verso onipresente

Por vezes, mesmo com um verso
O mundo parece
Adverso.
Em outras, apenas converso
E não me sinto
Tão controverso…

Publicado porAna Bittencourt28 28America/Sao_Paulo março 28America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaDeixe um comentário em Verso onipresente

Razão poética

Tempos incertos.
Terapia e filosofia
Tornam-se a razão
Da poesia…

Publicado porAna Bittencourt26 26America/Sao_Paulo março 26America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaDeixe um comentário em Razão poética

Cidade invisível


Uma metrópole!
Quando sonhara?
Ser acordada
Por gritos de araras…

(Esta é uma das araras fotografadas da janela do meu quarto…)

Publicado porAna Bittencourt26 26America/Sao_Paulo março 26America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoria2 comentários em Cidade invisível

Futuro do presente

Para que o futuro do subjuntivo
Não se faça liquefeito
O presente, um indicativo
De ser pretérito-mais-que-perfeito.

Publicado porAna Bittencourt25 25America/Sao_Paulo março 25America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaTags:futuro, presente3 comentários em Futuro do presente

Mergulho na paz (Hermógenes)

Se eu fosse uma planta gostaria de um mundo favorável que me fizesse crescer… Mas sou um homem, prefiro um meio adverso me desafiando a crescer.

Publicado porAna Bittencourt23 23America/Sao_Paulo março 23America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoria1 comentário em Mergulho na paz (Hermógenes)

Abrigo dos sábios (Kabir)

Um diamante estava jogado na rua, coberto de sujeira. Muitos tolos passaram ao largo. Alguém, que conhecia diamantes, este o colheu…

…Eu admiro o diamante, que pode suportar as batidas do martelo.

Publicado porAna Bittencourt22 22America/Sao_Paulo março 22America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaDeixe um comentário em Abrigo dos sábios (Kabir)

Vento

Vejo as nuvens passando
Por que vão?
Vão viver outros ares
Por que não?

Publicado porAna Bittencourt22 22America/Sao_Paulo março 22America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaDeixe um comentário em Vento

Lamartine

Ainsi toujours poussés vers de nouveaux rivages
Dans la nuit éternelle emportés sans retour,
Ne pourrons-nous jamais sur l’océan des âges
Jeter l’ancre un seul jour ?

Publicado porAna Bittencourt21 21America/Sao_Paulo março 21America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoria1 comentário em Lamartine

Prudentia quae sera tamen

Uma das máximas da Comunicação: o importante não é o que se diz, mas o que os outros entendem…

Publicado porAna Bittencourt21 21America/Sao_Paulo março 21America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoria1 comentário em Prudentia quae sera tamen

Pessoa, sempre Pessoa

“O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente…”

Publicado porAna Bittencourt21 21America/Sao_Paulo março 21America/Sao_Paulo 2010Publicado emSem categoriaTags:PessoaDeixe um comentário em Pessoa, sempre Pessoa

Paginação de posts

Publicações mais novas 1 … 38 39 40 41 42 … 49 Publicações mais antigas
Ana Bittencourt, Blog no WordPress.com.
  • Assinar Assinado
    • Ana Bittencourt
    • Junte-se a 162 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • Ana Bittencourt
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra