Pessoa, sempre Pessoa

“O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente…”

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

Deixe um comentário