De quando fomos outros

Quando fomos crianças, conhecemos várias pessoas na escola. Tornamo-nos amigos de alguns, inimigos eternos de outros; nos entendemos, desentendemos, reatamos, nunca mais nos falamos. Lembramos de muitos pelo rosto, gestos, graças feitas. De outros, pelo nome, dito diariamente nas listas de chamada. De alguns, entretanto, nenhuma memória, semblante ou alcunha.Brigamos com colegas por razões queContinuar lendo “De quando fomos outros”

desejo sem rima

por querer ser feliz todo dia, com razão, vivo a procurar motivos e se não os acho, os invento às vezes com sucesso, outras apenas com empenho, algumas com preguiça, outras com um pouco de descrença sigo tentando procurando persistindo porque para a seriedade nem sempre a brincadeira e o riso fácil estão na contramão