Quando fomos crianças, conhecemos várias pessoas na escola. Tornamo-nos amigos de alguns, inimigos eternos de outros; nos entendemos, desentendemos, reatamos, nunca mais nos falamos. Lembramos de muitos pelo rosto, gestos, graças feitas. De outros, pelo nome, dito diariamente nas listas de chamada. De alguns, entretanto, nenhuma memória, semblante ou alcunha.Brigamos com colegas por razões queContinuar lendo “De quando fomos outros”