“Um dia desses, eu separo um tempinho e ponho em dia todos os choros que eu não tenho tido tempo de chorar…”
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Meu primeiro amor
Muito me ensinou meu primeiro amor. Ensinou-me que amar é tarefa para uma vidaE que, mesmo quem ama, não está isento de cometer erros.Que os erros que cometemos não são imperdoáveis.E que o desejo do amor e do reconhecimento persistirá, não importa nossa idade. Ensinou-me que devemos ser gratos para com os presentes da vida.CorretosContinuar lendo “Meu primeiro amor”
Incansável mente
Inteligência não bastaQuando a mente traiDescaradamenteO desejo incansávelDo coração. É preciso mais!Tem que haver sabedoria(mas, aí, já é uma longa história…tão longa quanto o tempo de uma vida!) Apenas peço que não me julgues…As palavras são bem vindasQuando não apontam o dedoPara os defeitos conhecidos.
Ideias fixas
Mente inquieta Turva os olhos Vida em suspenso Pouco como pouco durmo muito penso
Ansiedade
Além das marcas na pele O tempo traz um pouco de suavidade (alívio!). Em outras eras, Essa ansiedade Vestida de espessa nuvem Seria, certamente, tempestade!
Ensaio sobre o amor
“Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizerComo é grande o meu amor por você…” Não por acaso acordei com esta música na cabeça hoje. Não sou fã de Roberto Carlos e acho muitas de suas músicas piegas, mas às vezes, mesmo os autores de que não gostamos traduzem o queContinuar lendo “Ensaio sobre o amor”
O peso das palavras
às vezes as palavras nos pesam quilos… … e dizê-las nos tira um fardo dos ombros, do travesseiro, dos sonhos à noite, dos pesadelos… PS. Saber dizê-las é uma arte…
Sobre as crianças e suas "artes"
Crianças e suas artes.Antes de ontem, no meio da tarde, fui surpreendida por um telefonema da orientadora da escola do meu filho mais velho:– Ana, o João fez uma arte.– O quê? O que aconteceu? – pensando em dentes quebrados e fraturas expostas.– Bem, ele e o Bruno (seu grande amigo) resolveram colocar um grãoContinuar lendo “Sobre as crianças e suas "artes"”
Enquanto
Há dias bons, outros não tanto. Momentos em que somos fortes; em outros, ataranto. Há as horas da paciência, da quietude da alma, dos risos e do descanso. Outras, de entretanto. Há horas de pranto, outras de encanto. Há a vida que caminha inesperada e nos ensina a esperar. Há o tempo que precisa passar.Continuar lendo “Enquanto”
Sobre o tempo
Não é preciso se assustar com a distância, os afastamentos que acontecem. Tudo volta, voltam as pessoas! E voltam mais bonitas, mais maduras, voltam quando tem de voltar, voltam quando é para ser. Acontece que entre o ainda-não-é-hora e nossa-hora-chegou, muita gente se perde. Mas, já não temos mais idade para, drasticamente, usarmos palavras grandiloquentesContinuar lendo “Sobre o tempo”