às vezes não me lembro e,
se recordo, não me reconheço
de tantas que fui
do quanto mudei.
renasço!
quem fui, não sou mais
quem vou ser, ainda não sei.

Escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra.
às vezes não me lembro e,
se recordo, não me reconheço
de tantas que fui
do quanto mudei.
renasço!
quem fui, não sou mais
quem vou ser, ainda não sei.

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno) Ver mais posts
Lindo!
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Obrigada, Dulce!♥️
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Eu amo Hopper! Que bom tê-lo usado em mais uma de suas inspirações-respirações, Ana Luisa! Ser uma pessoa em metamorfose constante é característico de quem vive. Beauvoir disse que viver é envelhecer, mas acho que também é renascer. Em tempo, essa obra, “Sol da Manhã”, é incrível!
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Também gosto, tanto que coloco suas obras em vários textos meus.
Quanto à vida… ah, quantas metamorfoses! Que assim seja até o fim.
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