(sobre um menino que não aceitava brincar na areia)
Permitir-se. O gesto ancestral do menino, mãos na terra, permite uma conexão que abre portas, quebra barreiras, restaura a experiência.
Abrir-se. O binômio fantástico, tal como em Rodari, mãos-areia abre possibilidades, do sentir da textura ao ver-se sujo de infância.
Entregar-se. O movimento tímido das mãos que se estende aos pés, na areia, retoma a conversa sensorial bebê-mundo e reinaugura o gesto de se entregar à mãe-terra.
