Mãos que abrem portas

(sobre um menino que não aceitava brincar na areia) Permitir-se. O gesto ancestral do menino, mãos na terra, permite uma conexão que abre portas, quebra barreiras, restaura a experiência. Abrir-se. O binômio fantástico, tal como em Rodari, mãos-areia abre possibilidades, do sentir da textura ao ver-se sujo de infância. Entregar-se. O movimento tímido das mãosContinuar lendo “Mãos que abrem portas”