Poeira nas coisas, nos objetos, nas frestas
Poeira do tempo…
Tempo que segue, indiferente, seu curso.
Qual caminho sem volta
Não faz vir novamente o que foi
Não regressa quem não mais está.
Enredo guardado nas fotografias e nas lembranças.
Poeira escura me pôs em devaneio.
Quanto tempo levou para ela marcar aquele objeto?
Fez-me pensar na vida
Nas coisas velhas, nos objetos empoeirados,
Nos brinquedos da infância,
Na casa dos meus avós.
Nas poeiras finas da existência.
Analu, estava com saudades dos seus escritos. Que bom que você voltou a nos brindar com sua sensibilidade! Beijos, amiga!
CurtirCurtir
Obrigada pela visita, amiga! Voltei devagarinho, mas voltei…;)
CurtirCurtir