Para Ivan e Helô que me mandaram gentilmente esta história cheia de sabedoria e a quem tenho em lugar especial cá no coração… “É bom pensar sobre o passado e aprender com eleMas não é bom estar no passadoPois assim eu perco meu eu. Também é bom pensar sobre o futuro e me preparar paraContinuar lendo “Presente precioso”
Arquivos do autor:Ana Bittencourt
Leminski novamente
pelos caminhos que andoum dia vai sersó não sei quando
Pessoas
Trabalho com pessoas. Adultos, crianças, famílias. Gosto de gente. Sinto-me solidário com o que é humano: dúvidas, incertezas, dificuldades, contradições, medos, alegrias. Ao mesmo tempo, não deixo de estar frequentemente surpresa com alguns comportamentos, atitudes e principalmente com o nível de doenças emocionais que atingem as famílias. A sociedade encontra-se esfacelada e as famílias tambémContinuar lendo “Pessoas”
Há de ver o verso
Que sejamos, então, poetasTransformar curvas em retasTornar a vida em versosAprender no adverso…
…
Há atitudes, falas, pensamentos que, de fato, não merecem comentários. Os valores de algumas pessoas são extremamente questionáveis. A melhor escolha em horas estranhas, sem dúvida, é o silêncio. Não adianta querer que se entenda o que não se está preparado para entender.
História devida
Em todas as novas oportunidades dispostas pelo caminho, a consciência de que um outro trecho do caminhar será descoberto e que, junto ao cansaço da caminhada, o aprendizado do novo, a aceitação do diferente, a possibilidade do acréscimo… Mais uma página escrita nas letras da nossa história…
Caminho insólito II (pelo meu pai)
Pensamentos aceleradosCaminhos do amorPara a direita ou para a esquerda?Parei deixando marcas. Luiz A. Bittencourt
PECADOS (pelo meu pai novamente)
Que pecados posso cometer?de querer melhorar, oude querer viver melhor, oude querer saber mais?Com certezaé de veronde outros não viram.O de querero que outros não querem.O de se incomodarquando outros se acomodam.O de ser diferenteQuando outros querem ser iguais. Luiz A. Bittencourt
Só sei que muito ainda não sei
Há quem imagine (ou esteja certo, talvez) que suas palavras serão sempre as mais belas, as mais sábias, as mais interessantes… Há, por outro lado, quem tenha a certeza de que as palavras, belas ou não, só fazem sentido quando trazem sentido. Não há quem tudo saiba.
Finito
Certa nostalgia pelas coisas chegadas a termo, não simplesmente pelo que já foi, mas pela sempre presente percepção da finitude de todas as coisas.