Pensamentos aceleradosCaminhos do amorPara a direita ou para a esquerda?Parei deixando marcas. Luiz A. Bittencourt
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PECADOS (pelo meu pai novamente)
Que pecados posso cometer?de querer melhorar, oude querer viver melhor, oude querer saber mais?Com certezaé de veronde outros não viram.O de querero que outros não querem.O de se incomodarquando outros se acomodam.O de ser diferenteQuando outros querem ser iguais. Luiz A. Bittencourt
Só sei que muito ainda não sei
Há quem imagine (ou esteja certo, talvez) que suas palavras serão sempre as mais belas, as mais sábias, as mais interessantes… Há, por outro lado, quem tenha a certeza de que as palavras, belas ou não, só fazem sentido quando trazem sentido. Não há quem tudo saiba.
Finito
Certa nostalgia pelas coisas chegadas a termo, não simplesmente pelo que já foi, mas pela sempre presente percepção da finitude de todas as coisas.
Doces azedos
No caminho, flores perfumadas, convite ao deleite. De perto, espinhos em todos os galhos. Arranhões e perfume.
Idéias secas
Choveu uma chuva de lavar a alma e apagar memórias ruins. Depois da água, um céu limpo e novamente sol e calor de escurecer até as peles mais claras. Céu azul. Sem nuvens. E as idéias passando ao largo, sem destino final. O vento as leva. Os olhos não as vêem mais…
Dúvidas intransigentes
O que fazer com o que não se sabe? Eu não sei…
G-estações
Há um outono inteiro de sentimentos se transformando em mim… E uma primavera de outros, florescendo, recriando. Nada tranquilo. Nada calmo. Nada fácil. Há lutas internas entre o velho e o novo, entre a poda e a florada. Sinto como se tivesse sendo tragada por uma onda enorme que quase me engole, me leva longeContinuar lendo “G-estações”
Caminho insólito
Viagem acelerada…AtalhoCurvaFreada…
Por um lindésimo de segundo (Leminski)
tudo em mim anda a miltudo assim tudo por um fiotudo feito tudo estivesse no ciotudo pisando macio tudo psiu tudo em minha volta anda às tontascomo se as coisas fossem todasafinal de contas