Idéias secas

Choveu uma chuva de lavar a alma e apagar memórias ruins. Depois da água, um céu limpo e novamente sol e calor de escurecer até as peles mais claras. Céu azul. Sem nuvens. E as idéias passando ao largo, sem destino final. O vento as leva. Os olhos não as vêem mais…

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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