Estas imagens de lugares onde andei e vivi que aparecem em meus olhos sem aviso e sem razão, de mim fazem parte.Por que elas aparecem eu não sei, apenas reconheço-as e me permito viver as sensações que delas advém.
Arquivos do autor:Ana Bittencourt
Então, choveu…
A mesma chuva que atrapalha as idas e vindas e desarvora os mais comedidos, lava o corpo do calor e do suor que escorre desde os primeiros sinais de saudação do dia…
Vício da escrita
Sem conseguir cumprir uma das minhas promessas para o novo ano (o que chamei de vício da escrita), acabo por descobrir que o trabalho é uma excelente clínica de reabilitação… não deixa tempo nem espaço para as idéias que alimentam o desejo…
Amanhecer
Hoje vi escrito em um outdoor: “Não acordo cedo, apenas aproveito melhor o dia”. Nada mais perfeito para quem sai da cama às 5:20 da manhã…
Mizaru Kikazaru e Iwazaru
A imagem dos três macacos da sabedoria nos ensina a não enxergar tudo o que vemos, não escutar tudo o que ouvimos e não dizer tudo o que sabemos. Em outras palavras, ensinam a selecionar e a conter-se. Como escreveu B. Milan em recente artigo publicado, “seleção e contenção tornam a existência mais fácil quandoContinuar lendo “Mizaru Kikazaru e Iwazaru”
The Good Book
“Love is patientLove is kindLove endures all things”.
Resoluções II
Uma das resoluções é fazer um exercício diário de doçura e paciência. Não escovo os dentes todas as refeições para limpar os restos de alimentos? Não vou à academia diariamente para manter a forma e a saúde? Não planejo meus dias com antecedência para não ser atropelada pelos afazeres cotidianos? Tudo deve ser feito. PoisContinuar lendo “Resoluções II”
Resoluções de Ano Novo
Tenho várias resoluções para o Ano Novo. Ainda vou escrevê-las aqui. Mas, uma delas, é não abandonar o “vício de escrever”, não deixando este blog abandonado como esteve nos últimos meses. São poucos os vícios interessantes. Este é um deles.
“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.” (Eduardo Galeano)
Novo Ano
“Eu vejo um novo começo de eraDe gente fina, elegante e sinceraCom habilidade pra dizer mais sim do que não…Hoje o tempo voa, amorEscorre pelas mãosMesmo sem se sentirQue não há tempo que volte, amorVamos viver tudo o que há pra viverVamos nos permitir…”