Bárbaro

Correr da armadilha

Embrenhar-me mata adentro

Desfazer-me de adereços

Desnudar-me

Te insistir, perseguir

Seduzir, me entregar

Novamente te ter

Eu e você – selvagens

Longe, muito longe

De convenções

E arapucas.

O bosque dourado, Gustav Klimt, 1903.

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

Deixe um comentário