Defeitos

 tanto olho
meus defeitos
– tecido, alinhavo de erros,
não tem jeito –
que eternamente espero o dia 
em que meus mal feitos
apontando o dedo me digam:
bem feito!

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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