Há dias bons, outros não tanto. Momentos em que somos fortes; em outros, ataranto.
Há as horas da paciência, da quietude da alma, dos risos e do descanso. Outras, de entretanto.
Há horas de pranto, outras de encanto.
Há o tempo que precisa passar.
Há mais um tanto para viver.
Há sempre um enquanto.

Adorei!É profundamente verdadeiro esse pensamento, essa poesia…
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E enquanto isso… vivemos! Beijos!
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Poema sutil, verdadeiro e oportuno.
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Sutil e verdadeiro como o próprio viver. Beijos!
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