Um brinde à possibilidade de fazer nada no fim de semana – sentar em frente à TV, comer bolo e tomar café no meio da tarde, jogar conversa fora, passear com o marido e os filhos, deitar com a certeza de não ser acordada pelo despertador no dia seguinte.
Pelo menos por dois dias, olhar pouco para o relógio, fazer pouco por obrigação, andar pouco em ritmo apressado. Guardar um momento para assistir um filme, sair para um almoço simples e tranquilo, andar pelo sol.
Pensar em nada… pensar em quase nada… pensar em muito pouco.

Quanto mais velhos ficamos, mais apreciamos os finais de semana. As crianças podem discordar de nós, afinal elas não precisam estudar, fazer lição, ir para a escola… Podem andar de bicicleta, correr na rua, dormir mais tarde. Certamente um dia elas crescerão e concordarão com isso!
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Na verdade as crianças também apreciam os finais de semana, especialmente depois que passam a frequentar a escola e ter obrigações. De qualquer forma, você tem razão ao dizer que a obrigação de um adulto não se compara às das crianças. Viva os finais de semana! Que venham os feriados!
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