Vida que segue

E apesar do que nos machuca
Aos poucos, ferida constante.
E o que nos mantém alerta
Preocupados, com o hoje
E o amanhã, hesitantes.
Há a vida que deve ser
intensamente vivida.
E o amor,
Benvindo até a última gota.
Sem nenhum medo.
Não mata.

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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