Amor

De tudo o que passa
Aquilo que permanece
O que fica e edifica
É o amor…
Em tempos turbulentos
E momentos desgastantes
No meio do insignificante
Ele nos ajuda a significar
A vida novamente…
Sem ele somos carcaça…
Sem ele, apenas fumaça…
Sem ele, qualquer tentativa
De construção ou caminhada
É vã, frágil, estéril.
Somos destinados
Ao que é sublime.
Destino etéreo…

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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