Leminski – genial

“Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.”

Rimemos todos os dias
Os amores de nossa vida
Com sabores
Cores e humores
Pendores
E suores…
E o nosso coração
Com diversão
Atenção
E gratidão…

Vida em prosa ou em verso
Feita de escrita ritmada
Vida desejada…

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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