Chuvas de verão

Na minha mente… uma enxurrada de idéias…
E assim como as chuvas, elas mesmas,
As palavras que delas brotam – das enxurradas –
Ajudam, por vezes,
A apaziguar a estiagem…
Outras vezes, entretanto são não mais
Que águas que transbordam e rompem diques
Que quase afogam
Que tiram o fôlego, o foco e a tranquilidade
Que deve habitar na alma…
Prefiro tempos amenos… mesmo silenciosos…

Publicado por Ana Bittencourt

escrever para remendar a infância a loucura escrever para estranhar o pai a mãe semelhanças escrever para cerzir terra corpo paisagem escrever carne viva (Tatiana Pequeno)

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